Perfis – Jin

Posted in Do Livro on 23 de Julho de 2015 by Rodson Karadhras

Saudações, galera! Hoje dou início a uma nova séries de post no blog: os perfis do personagens dos primeiro livro. Sempre que possível, postarei o perfil de cada um dos personagens do livro. Não posso prometer o perfil de todos, mas ao menos dos mais importantes nós teremos aqui. Então lá vai. Começamos hoje com o perfil do Jin.

Nome: Jin Thadeus Arick
Cristal: Água

Teimoso, irritadiço, inquieto e volúvel. Essas são as palavras que definem o comportamento incerto do Gênesis da Água. Jin é um verdadeiro adolescente, passando por mudanças, descobrindo novas coisas, muitas das quais eles não acreditava serem verdade até o último momento. Ainda assim, Jin é leal a seus companheiros e faz de tudo para protegê-los e vê-los bem. Ele pode ser tanto uma pessoa dura quanto, digamos assim, mole. Não à toa é o guerreiro da água. As mudanças de humor e de pensamento de Jin, uma hora ele está feliz e confiante, outra hora ele parecer se torna um velho turrão e desconfiado, refletem bem os estados da água.

Ludovico Caster

Posted in Outras Histórias on 17 de Julho de 2015 by Rodson Karadhras

Saudações, amigos! Ninguém deve saber, mas a série Shintesis está em uma espécie de pausa.  O motivo é muito simples: a criação de um novo livro que não tem nenhuma relação com o mundo de Kharion. Trata-se de Ludovico Caster. “Mas que raios de nome é esse?”, vocês vão me perguntar, porque é o que todo mundo me pergunta. Mas vamos ao que interessa.

Ludovico Caster conta a história do personagem homônimo que tem uma peculiaridade: ele é um bruxo de 170 anos. Parece muito, mas não é. Acontece que os bruxos vivem em uma realidade paralela a nossa, conhecida como segunda realidade, mas transitam entre a nossa realidade e a dele o tempo todos. A diferença está no tempo, um ano aqui, em nosso mundo, equivale a dez anos realidade dos bruxos. Ou seja, 170 anos equivale a apenas um adolescente de 17 anos aqui.

Mas eis o que é importante, ao completar 170 anos, um bruxo ganha o direito de participar do Trunderath, uma espécie de torneio bruxo que abrange as duas realidade em cinco competições muito perigosas. Não estranha se pensar no Torneio Tribuxo do Harry Potter, pois o livro é cheio de referências não só ao mundo do bruxinho mais querido do planeta, mas também de diversas outras, como memes e outras bobeiras que a gente vê por aí.

Tá, mas e daí? Que que tem de mais esse torneio? Tem que o ganhador, ao juntar determinados itens, pode pedir aos Grandes Forjadores, uma espécie de arautos divinos, qualquer coisa. E nosso Ludovico entra nessa para salvar a irmã dele, Tallulah, de uma espécie de feitiço que foi jogado contra ela muitos anos antes. O problema é que há um grande mistério envolvendo o feitiço de sua irmã e uma seita maluca que venera uma antiga entidade de gelo que costumava reinar a segunda realidade.

Mas não esperem nada de varinhas. As magias aqui podem ser feitas sem qualquer coisa na segunda realidade, embora dê um trabalho danado. Por isso os bruxos preferem usar os chamados brevenaths, anéis que escondem grandes poderes, e que são forjados pelos Forjadores, uma classe bem peculiar de bruxos. E tais anéis são indispensáveis para se fazer no mundo humano.

E falando em mundo humano, prepare-se para ver vários cenários conhecidos da cidade de São Paulo, pois todas as cenas da primeira realidade acontecem na cidade. Boa parte em lugares bem conhecidos!

E para ficar mais curioso. Grande parte das personagens são baseadas em pessoas que eu conheço ou já conversei por algum tempo. Não sei se vou conseguir retratá-las exatamente, mas está sendo divertido.

Então é isso, gente. Faltam poucos capítulos para acabar o livro, daí sim poderei retornar ao Shintesis!

Pronúncia!

Posted in Comentários do Autor on 16 de Julho de 2015 by Rodson Karadhras

Pois é, finalmente vim trazer a vocês uma coisa muito importante e que tem me dado muita dor de cabeça: a pronúncia de algumas palavras do livro. Principalmente o título. A maioria das pessoas pensa que o nobre e honrado Shintesis se pronuncia “Shíntesis”, como se fosse uma palavra proparaxítona. Mas a verdade é que não é. Shintesis é muito, mas muito, paraxítona! Xin-TÉ-Zis!

Mas ela não é a única palavra difícil, então abaixo vocês verão um glossário da pronúncia de algumas das palavras que a galerinha acha mais complicada (ou seja, quase todos os nomes das personagens e das cidades). Conforme mais palavras forem surgindo, eu irei atualizando a lista.

Shintesis – Xin – Té- zis

Jin Arick  – Djin Á-rik

Ten Arick – Tem Á-rik

Brade Von Kay  – Brei-dji Von Kei

Daleon Von Kay  – Dá-leon Von Kei

Samy Yakon  – Sã-mi Ia-kôn

Rell Gilderoy Gaito – Réu Guil-de-roy

Dana Littleheart  – Dã-na Lí-rou- rrar – t

Fenrir Fanty – Fen-rrir Fan-tchi

Edward Mysterious  – E-du-ard Mis-té-rius (o r de “maroto”)

Nicholas Faresloy – Ní-ko-las Fa-res-lói

Tayke Arick – Têi-ki Á-rik

Castle – Ké-ssou

Viktor Krom  – Vík-tor Crom

Madriack – Má-dria-ki

Damon Wrat – Dêi-mon Vra-t

François – Fran-sso-á

Phebo – Fê-bo

Wirlind – Uír-lin-d

Slayerville – Is-lêi-er-viu

Ohrobansin – O-ro-bãn-ssim

Davineh – Da-vi-né

Raum – Ra-um

Nibblesen – Ni-ble-ssem

Novidades!

Posted in Comentários do Autor, Outras Histórias on 16 de Julho de 2015 by Rodson Karadhras

Saudações, galera! Pois é, depois de uma eternidade sem postar nada, voltei! E com várias novidades!

A primeira é que a capa que vocês viram no último post não existe mais. Na verdade, nem a parceira com a Editora Torre. Depois de um tempo pensando no que seria melhor para a série Shintesis, cheguei à conclusão que por enquanto é melhor andar com as próprias pernas. Ou seja, Shintesis agora está sendo lançado de maneira independente pelo Clube de Autores.

A capa do primeiro livro pode ser conferida abaixo:

 

Capa-Shintesis

O livro pode ser comprado aqui, e você também pode ler as primeiras páginas.

E para melhorar as notícias, uma grande novidade, o livro inteiro pode ser GRATUITAMENTE no Widbook e no Wattpad. Quem tiver tablet, não deixe de conferir.

E outra grande novidade. A continuação de Guerreiros do Gênesis, Shintesis – Criança do Século, também já foi lançada. Na surdina, mas foi. Confiram só a capa:

capa-cds

Saquem só a sinopse:

Com o portal das trevas aberto e Lúcifer de volta ao mundo dos humanos, o Shintesis, a guerra pela nova era de Kharion, tem início. Os Guerreiros de Gênesis se separam para treinar e tomar conta dos diversos postos de batalha pelo mundo. Mas, dois anos depois, quando todos deveriam se reunir para se prepararem para enfrentar a Profecia, algo dá errado. Jin, o portador do cristal da água e supostamente aquele que iria levá-los à vitória da sangrenta guerra, não retorna. E o que é pior: ele parece estar apoiando o inimigo.

 Do outro lado da moeda, o guerreiro aprende que nem tudo o que ele já tinha ouvido falar da raça das Trevas é verdadeiro.
 Enquanto isso, o anjo caído procura por um modo de fazer com que seus poderes retornem. Para isso, as Trevas começam a capturar crianças de todas as cidades com um único propósito: encontrar a Criança do Século, aquela que poderia ajudar a salvar Kharion – ou destruí-la de uma vez por toda, caso seja encontrada pelo lado errado primeiro.
Legal, né?! Pois é, e se você quiser comprar, pode encontrar o livro aqui.
E para fechar esse post, mais uma novidade, nem tão nova assim. Quem quiser conhecer algumas de minhas outras histórias, muitas delas já publicadas no blog, tem a possibilidade lê-la em um coletânea muito bonita com vários outros contos. É o livro Memorinus e outros contos. Vejam a capa que bonita:
memorinus
E ele é baratinho: veja aqui.
Por enquanto é isso, gente. Mais novidades virão, entretanto!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Flyer de lançamento

Posted in Do Livro on 15 de Maio de 2012 by Rodson Karadhras

Capa e Lançamento

Posted in Do Livro on 16 de Abril de 2012 by Rodson Karadhras

Saudações amigos,

Informações importantes! Lançamento do livro Shintesis – Guerreiros do Gênesis, pela Editora Torre, previsto para a segunda quinzena de maio.

Dêem uma conferida na capa.

Ilustração de Marcelo Maciel

 

Os três lobinhos e o porco demoníaco das trevas

Posted in Outras Histórias on 24 de Março de 2012 by Rodson Karadhras

Aqui vai um conto que é, no mínimo, excêntrico. Divirtam-se, ou não.

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Heitor, Castor e Adamastor. Três lobos. Ou melhor, três lobinhos. Três lobinhos pobres e que moravam em um prédio. Heitor era o mais pobre, trabalhava costurando camisas vermelhas, e vivia nos apartamentos do térreo. Castor, que, por assim dizer, era de pobreza média, trabalhava em uma fazenda próxima capinando o mato com foice e enxada, e morava no primeiro andar. Adamastor, o menos pobre, morava no segundo andar, o máximo que alguém iria conseguir. O lobinho trabalhava como carpinteiro na frente de sua casa.

Os tempos estavam difíceis. O preço da linha de costura estava alto, e a loja de camisas provavelmente iria atrasar o salário. O mau tempo estava devastando as plantações da fazenda, a terra estava dura e seca.  O dinheiro estava escasso.

E ainda havia outro problema. Os três lobinhos moravam de aluguel, visto que comprar um apartamento, mesmo naquele bairro sujo e degradante, era coisa para poucos. E tinha o senhorio, o dono do prédio.  Quando ele chegava com as banhas rosadas caindo para o lado de fora do caro terno e aquele focinho grunhindo pelas ruas, todas as pessoas se afastavam.  Sua vida havia sido conturbada. Nascido de família rica, o Senhor Porco havia recebido muito luxo na sua infância. Mas quando chegou à fase adulta, ele já havia gastado todo o dinheiro de sua família e sido obrigado a morar embaixo da ponte. Com um golpe de sorte, ele conseguiu recuperar todo o dinheiro em um cassino. Esse levante de pobreza e riqueza aconteceu diversas vezes. No fim das contas, o suíno centrou seus negócios nos apartamentos, cobrando aluguel para os miseráveis dos subúrbios.

No entanto, as pessoas estavam atrasando o pagamento. E isso era inadmissível. Da última vez que o Senhor Porco havia ido ao prédio, cinco pessoas foram desalojadas por não terem dinheiro para pagar o aluguel. E hoje não seria diferente.

Heitor, o lobo mais pobre, havia acabado de chegar a sua casa, quando deu de cara com o Senhor Porco. O lobinho carregava algumas camisas vermelhas embaixo do braço, na tentativa de conseguir vender alguma coisa por aqueles lados. O Senhor Porco, com as banhas jogando suor em todos que estavam perto, abordou então o lobinho.

– Aluguel – disse ele, estendendo a pata gorda e preta para o lobo.

Heitor olhou aflito para ele. Provavelmente não iria ter dinheiro para pagar. E, se pagasse, não teria dinheiro para comer.

– Aluguel – repetiu o Senhor Porco.

– Só um minuto – disse o lobinho, tremendo.

– Aluguel – o porco encostou Heitor na parede.

– Ok. Ok.

Heitor meteu então as mãos no bolso e começou a dar dinheiro ao Senhor Porco, que sorriu malevolamente.

– Falta uma nota de dez.

– Mas – disse o lobinho – se eu lhe der mais um tostão que seja, eu não terei como me sustentar.

– Isso não é problema meu – grunhiu o porco balofo e sem vergonha – passe para cá.

-Mas…

O lobinho então se viu sendo empurrado pelo Senhor Porco, que tentava pegar o dinheiro. Heitor resistiu, e então o senhorio desistiu.

– Muito bem então – disse o Senhor Porco.

Ele então retirou do bolso um isqueiro e jogou nas camisas vermelhas, que começaram a pegar fogo.

– A partir de hoje você não reside mais nesse apartamento.

E deixou o lobinho, pasmo, caído no chão e foi cobrar outras pessoas.

Heitor correu então para a casa de Castor, que era seu amigo, para pedir ajuda. O lobo de pobreza mediana ofereceu então que ele morasse com ele, até achar outro lugar para morar.

– Onde come um, comem dois.

Ou não. Cerca de meia hora depois, o Senhor Porco chegou à casa do lobinho. Castor atendeu a porta.

– Aluguel – disse o porco.

– Claro – disse Castor. As coisas estavam difíceis, mas ele tinha dinheiro guardado.

– O aluguel aumentou – disse o Senhor Porco, após contar a quantia recebida.

– Como?

– O aluguel aumentou.

– Você não pode fazer isso – contestou o lobinho.

– Dê-me o restante – disse o porco, avançando contra o lobo.

Heitor, que estava escondido, pulou do canto e empurrou o porco. O outro lobo fez o mesmo e o Senhor Porco foi jogado contra a grade que protegia o primeiro andar no corredor.

– Muito bem então – disse o Senhor Porco. Ele retirou novamente o isqueiro e acendeu. Ele jogou o isqueiro para o alto e este caiu na fazenda em que o lobinho trabalhava e a incendiou.

– A partir de hoje não moras mais aqui.

E o porco saiu novamente para cobrar o restante dos moradores.

 

Os dois lobos correram então para o terceiro andar, a fim de falar com o lobinho Adamastor, que se ocupava no momento a construir algumas cadeiras. O lobinho menos pobre os convidou a ficar com ele até acharem outro lugar para morarem, mas também bolou um plano. Quando o Senhor Porco chegasse, ele iria receber o que merecia. Ou não.

Cerca de meia hora depois, o lobinho Adamastor atendeu o Senhor Porco.

– Aluguel.

– Só quando você realocar meus amigos – disse o lobo, e deixou à mostra Heitor e Castor.

– Eles não pagaram o aluguel.

– E eu não pagarei também até que tudo esteja certo.

– Muito bem – disse o Senhor Porco, e ele ateou fogo aos móveis que Adamastor estava construindo – Aqui não moras mais.

Nesse momento, Castor jogou óleo de soja, proveniente da plantação da fazenda, contra o corpo do Senhor Porco, que se encharcou. Heitor empurrou o senhorio contra os móveis pegando fogo, e o corpo do porco maléfico se incendiou. Ele começou a correr, gritando, na direção dos três lobinhos. Adamastor, que também era formado em artes marciais, empurrou o Senhor Porco e ele caiu do andar. O óleo começou a se espalhar por todo o prédio. Logo, todo o imóvel estava em chamas.

Os lobinhos e todos os moradores se afastaram do local e comemoraram. Apesar do custo, o Senhor Porco havia sido mandado embora. Ou era o que parecia. Das chamas do prédio uma nuvem negra se levantou e começou a rodopiar em volta de todos. Uma risada maligna ecoou dela, e o Senhor Porco apareceu diante de todos.

– Nenhum de vocês mora mais aqui. Vocês arriscaram suas casas para me impedir. Mas vejam…

E ele abriu os braços.

-…eu perdi UM prédio. Mas notem que eu sou o senhor desse bairro todo. Vocês não têm nada. Nada.

E eles então notaram que era verdade. O Senhor Porco não podia ser derrotado desse modo.

PS: Quê, o fim foi inesperado!? O sujeito era um Porco Demoníaco das Trevas, ora bolas!